PROFESSOR JULIANO ROSA
quinta-feira, 13 de março de 2014
http://www.youtube.com/watch?v=4nyRfo12QYM
Segue informações da formatação do trabalho.
Para nosso trabalho vocês deverão fazer conforme exemplo 1 e 2
o texto interno devera ser com espaçamento 1,5 da seguinte maneira.
TITULO: TAMANHO DA LETRA. 12 CAIXA ALTA
CORPO DO TEXTO 12 TIMES NEW ROMAM
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Amadurecer
Tem coisas que a gente não consegue entender. Tem momentos que não sabemos explicar. Já tentei de tudo, e até o momento não descobri o que é ser maduro. Fico decepcionado com minha imaturidade, com minha incapacidade de entender o que são certas coisas. Fico entediado com a incapacidade de algumas pessoas não me entenderem. Mas isso é tão comum.
Existem pessoas e pessoas. Eu sei. Mas do que adianta vivermos uma amizade, um namoro, uma unidade, se não sabemos entender as “coisas da vida”. Coisas banais eu digo.
Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou perdeu já dizia Xico Buarque na canção Roda Viva.
Eu me sinto assim hoje. Não entendo o porquê de tantas questões mal resolvidas. Existe um certo protecionismo, que parece até ser bom. Mas os desgastes destroem relações, afunda até navios. Relações e Maturidade são irmãs neste momento da vida que vivo.
Bem, espero não esta causando danos a ninguém. Não quero que as pessoas sofram por algo que não é importante para mim. Eu amo, eu gosto, mas não busca as aparências. Lamento este meu sentimento. Lamento profundamente
Professor Juliano Rosa 01/02/2012
segunda-feira, 18 de julho de 2011
ENEL 2011 furada Cultural?
Resposta aos meus amigos e pessoas que acreditam em mim como Dj. Referente a não apresentação no ENEL 2011 Goiânia.
Sinto-me envergonhado! Cancelaram minha apresentação como Dj no TransEnel 2011 Goiânia. Isso tudo pela incompetência da CO em específico C.O Cultural que tem como presidente Fernando vulgo Sandy Capetinha. O mesmo nem teve a delicadeza de esclarecer motivo do cancelamento. Deixo claro que ouve uma proposta por parte do Dj Eyzor de pagamento de um cachê. No entanto se tratava de uma proposta que por sua vez estava disposto a uma contra proposta que em momento algum fora cogitada ao Dj.
Em momento algum me opus a não tocar pelo infame e miserável cachê de 150,00 reais por mim proposto a C.O. Uma vez que esse cachê seria um valor simbólico por mim cobrado, uma vez que em festas normais esse valor triplica.
No entanto, sem que houvesse algum motivo foi informado que meu nome não estava mais na programação. Por alguma razão infame, Fernando C.O vulgo “Sandy Capetinha” não teve a competência de me informar o motivo da minha não participação na cultural do ENEL 2011.
Deixo claro que nem direito a objeção à proposta foi fora feita pela Cultural. Foi bem mais simples para eles retirarem meu nome do que simplesmente me consultar por e-mail ou telefone. Fica o questionamento. Onde está a democracia e o que é democrático no ENEL? Termino minha reivindicação com o seguinte pensamento.
“Dê uma coroa ao bobo da corte e veja o que Ele é capaz de fazer”.
terça-feira, 14 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Escrevi pra você...A_,_,r
Um jeito todo meigo. Uma vontade por me devorar. Uma boca toda cheia de vontade. Com suave toque de fascinação alento. Um corpo... Há! Aquele corpo, aquele corpo, jovial, por poucos minutos me satisfazendo a vontade corpórea de uma alma condenada a ser abstraída da realidade. Alguns pecados adornados suavemente na envoltura toda tênue do seu desejo incontrolável. Uns pelos todos coordenados, cheios de alusão ao meu desejo. De uma vontade. De um gosto todo seu. Uma saliva gostosa, incomparável a dos outros meninos, gostosa de beber. Todo meu desejo se vai ao entrelaçar suas belas pernas. Minhas mãos, toda saliente cheia de desejo por tocar minhas vontades. Um Ser todo diferente. Uma cobiça por me ter, uma insurreição do meu pobre e tão medíocre desejo de ter-te novamente deitado em meu peito. Pobre de mim! Não será capaz de ter teu sentimento mais nobre por muito tempo. Mentira! Penso! Sou o interlocutor das mais belas e puras sensações dos desejos e da loucura de todos os dias me apaixonar. Essa é mais um capitula da história de um coração tão bobo como o meu. Saudade terei de ti. Não foi o frio sobre os nossos corpos nus. Não foi a casa, a fumaça da boate. Declaro que foi um silencio quebrado pelas pálpebras do seu olhar. Perco-me no coração de alguns meninos. Do contrario de muitos, alguns vem e vão. Eu não! Eu fico ali quentinho esperando relembrar, tentando tocar, tentando sair disso tudo.
Por Juliano Rosa. Para você que foi muito
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
O que é o materialismo Histórico?
O materialismo Histórico.
O primeiro fruto da associação de Marx e Engels foi o texto A Sagrada Família, e logo depois a Ideologia Alemã, sendo neste segundo texto que aparece a primeira formulação geral das bases do materialismo histórico. O próprio Marx afirma que foi a análise da filosofia do Estado de Hegel que o levou a tirar a conclusão de que “as relações legais, tal como as formas de Estado, têm de ser estudadas não por si próprias, ou em função de uma suposta evolução geral do espírito humano, mas antes como radicando em determinadas condições materiais da vida”.
A concepção do Materialismo Histórico, exposta em A Ideologia Alemã difere-se do Materialismo de Feuerbach. Para Marx, a história é um processo de criação, satisfação, e recriação contínuas das necessidades humanas; é isso o que distingue o homem dos animais, cujas necessidades são fixas e imutáveis. Quando pretendemos estudar a evolução da sociedade humana, temos de partir do exame empírico dos processos concretos da vida social da existência humana. Os seres humanos não devem ser considerados num isolamento, mas num processo de evolução real, a que estão submetidos em determinadas condições. Desde o momento em que este processo passa a ser descrito, a história deixa de ser uma coleção de fatos mortos ou uma atividade inventada de sujeitos inventados. Quando se descreve uma realidade, a filosofia como ramo independente do conhecimento deixa de existir.
Separadas da história, essas abstrações não têm qualquer valor. Servem apenas para facilitar o ordenamento histórico, não fornecendo, porém, um esquema de interpretação das épocas da história. Cada um dos vários tipos de sociedade identificados por Marx caracteriza-se por uma dinâmica interna de evolução própria. Mas essas características só podem ser identificadas e definidas mediante uma análise Ex post facto. Atribuir finalidade à história não passa de uma distorção teleológica, que transforma a história recente na finalidade da historia mais antiga. A tipologia da sociedade estabelecida por Marx baseia-se no reconhecimento de uma diferenciação progressiva da divisão do trabalho.
Em outras palavras, o que Marx explicitou foi que, embora possamos tentar compreender e definir o ser humano pela consciência, pela linguagem e pela religião, o que realmente o caracteriza é a forma pela qual reproduz suas condições de existência. Fundamental, portanto, é análise das condições materiais da existência numa dada sociedade O mundo não é uma realidade estática, ela é dinâmica, pois no contexto dialético, também o espírito não é conseqüência passiva da ação da matéria, podendo reagir sobre aquilo que o determina. Isso significa que a consciência, mesmo sendo determinada pela matéria e estando historicamente situada, não é pura passividade: o conhecimento do determinismo liberta o homem por meio da ação deste sobre o mundo, possibilitando inclusive a ação revolucionária. Assim, Marx se denominava um materialista, não idealista. O Materialismo Histórico e o Materialismo Dialético podem, grosso modo, serem tomados por termos intercambiáveis, sendo o primeiro mais adequado ao se tratar de “coisas humanas” e o segundo adequado para aspectos não-humanos, universais etc. Engels acabou desenvolvendo mais do que Marx acerca do Materialismo Dialético.
Ainda que a afirmação de Marx de que suas idéias eram científicas tenha sido refutada veementemente, principalmente após a publicação, em 1934, de A Lógica da Pesquisa Científica, de Karl Popper (1902-1994) e derrocada dos países denominados socialistas, a cientificidade dos estudos das ciências humanas, tal como a História, não deve ser automaticamente desconsiderada. O “erro” de Marx, talvez, possa ter sido o de superestimar a predicabilidade das sociedades humanas. Sem dúvida, nenhum dos países que se autoproclamavam marxistas trilhou os rumos profetizados por Marx. Contudo, juntos eles representavam quase um terço de toda a população mundial, o que talvez coloque Karl Marx como um dos pensadores de maior influência na história. Ainda que pouco predizíveis, as sociedades humanas certamente devem render muitas graças a este pensador nascido em Trier, pelos grandes avanços teórico-metodológicos prestados ao campo das ciências humanas durante o século XIX.
Fonte(s):
* BORGES, Vavy P. O que é história. SP: Brasiliense, 1987.
* GIDDENS, Anthony. Capitalismo e moderna teoria social. Lisboa: Editora Presença, 1994.
* MAGEE, Bryan. História da filosofia. SP: Edições Loyola, 2000.
* MARX, Karl & ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. SP: Editorial Grijalbo, 1977.
* SINGER, Paul (org.). Marx, in: Grandes Cientistas Sociais Vol. 31. SP: Ática, 1982


